Pink Floyd
Tocaram ao vivo uma versão de Careful With That Axe, Eugene. E é o Dark Side of the Moon que citam pra explicar por que capa, título e ordem das faixas importam: fora de ordem, perde o sentido.
Locomotiva ElétricaVenâncio Aires · Rio Grande do Sul
Nenhuma palavra.Nunca precisou.
Power trio instrumental · desde 2014
Jogar o EPOuvirO primeiro clipe Karma · 2016
A faixa de abertura do Manual de Delírios Cotidianos ganhou um vídeo que rendeu o prêmio no festival. Assista aqui:
A banda desde 2014
Começou como tarde de jam entre amigos, sem compromisso nenhum. A virada foi um festival: depois de assistir ao Pira Rural, os três decidiram que dava pra compor. Já no primeiro ensaio saiu uma música.
São instrumentais por escolha, desde o começo — mesmo quando ainda não sabiam como fazer esse tipo de som funcionar. O que sai dali é rock and roll dos anos 60 e 70 atravessado por stoner, post-rock e psicodelia.
“Gostamos de acreditar que fazemos rock and roll, mesmo assumindo que esse rótulo pode ter muitas caras diferentes.” Murilo Neumann · guitarra
De onde vem influências
A banda diz que progressivo é comparação distante. As quebras vêm de outro lugar — e o disco inteiro, como formato, vem de um lugar bem específico.
Tocaram ao vivo uma versão de Careful With That Axe, Eugene. E é o Dark Side of the Moon que citam pra explicar por que capa, título e ordem das faixas importam: fora de ordem, perde o sentido.
As dinâmicas. Pesado, depois calmo, depois explode. Creditam isso a duas bandas que são o oposto do progressivo.
Em O Outro Que Também Sou Eu nada colava. A saída veio de Lazarus: em vez de escolher uma ideia, empilharam todas.
A referência de casa. Nas palavras do trio, a maior banda instrumental do Brasil — a prova local de que dava pra fazer isso sem vocal nenhum.
Existe uma música chamada Água da Jamaica que começa como reggae e vira improviso puro. Junto com a do Pink Floyd, são as duas que a banda diz que precisa resgatar. Sobre o repertório que ficou pra trás
Primeiro EP 2016
Primeiro EP · 2016 · Umbaduba Records
Estúdio Music Box e Terra Estúdios · 5 faixas
“Karma” virou o primeiro clipe da banda, prêmio pela vitória no Viva Unisc. Estas cinco faixas são a trilha do jogo — e tocam aqui.
Tocando aqui, o áudio vira interação no campo de partículas.
SpotifySoundCloudIandara Locomotiva jogo de ritmo
As cinco faixas do Manual de Delírios Cotidianos viraram fase. Você não escuta o disco — você toca ele, no andamento dele, até o farol apagar.
Abre em nova aba · roda no navegador · não instala nada
Segundo EP 2024
Segundo EP · 2024 · Abraxas Records
Gravado entre 2018 e 2023 · Infrasound, CB Áudio e Galápagos Rising
As músicas são de 2016 e 2017. Atravessaram o hiato inteiro engavetadas e só saíram depois que a banda regravou todas as guitarras. Toque em cada faixa para ler.
O nome veio das insônias que os integrantes viviam na época. Um delírio que atravessa guitarras pesadas e teclado cortante e termina numa lamentação escura.
O título é literal: foi composta no período em que a banda foi a funerais de verdade. Vai do peso bruto à calma e volta, várias vezes, dentro da mesma música.
Talvez a mais pesada do disco. Uma introdução bonita conduz a riffs que terminam em desabamento. Foi uma das duas faixas que guiaram o desenho da capa.
A última antes do hiato e a mais experimental que já gravaram. Começa quase pop e vira um emaranhado de guitarras, teclados e sintetizadores.
Decola em riffs pesados e solos diretos, depois de uma introdução psicodélica que funciona como contagem regressiva.
Composições Murilo Neumann · Arranjos Murilo Neumann e Lucas Stein · Teclados e sintetizadores Lucas Stein · Guitarras Murilo Neumann · Bateria Alexandre de Bortoli · Baixo Diony Hartmann, Péco Moreira e Lucas Stein · Mixagem e masterização Cris Oliveira · Capa Wendel Araújo
A capa Wendel Araújo
Há animais dentro de cada pessoa. Ao cair da noite eles se soltam do corpo e vivem a vida que a pessoa deveria estar vivendo. No amanhecer são tragados de volta e ficam presos o dia inteiro.
O título do EP saiu de um poema do guitarrista — o mesmo lugar de onde vieram quase todos os nomes das faixas. Wendel Araújo desenhou a capa em 2019 ouvindo só as músicas cruas, sem nunca ter lido o poema, e mesmo assim chegou lá: os dois gnus são esses animais, e o buraco negro é a pessoa acordando para mais um dia sem sentido — enquanto acorda, vai puxando os animais de volta para a jaula.
Ao vivo Radar · TVE
O Radar está no ar desde 1992 e é o programa que abriu espaço pro rock gaúcho na televisão. A Locomotiva tocou lá: sem letra pra cantar junto, sem refrão pra apresentar. Só o trio e trinta minutos.
Radar · TVE · apresentação completa
Formação o trio